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Os oceanos estão a aquecer muito mais rápido do que se pensava



NOTÍCIA
As alterações climáticas estão a aquecer rapidamente os oceanos, destruindo organismos aquáticos, como recifes de corais, que albergam ecossistemas inteiros. A temperatura mais elevada provoca ainda a subida do nível médio das águas do mar e torna mais destrutivos os fenómenos climatéricos extremos, como os furacões. Ora, acompanhando a velocidade com que as águas do mar estão a aquecer, os cientistas são também capazes de prever de forma mais certeira os efeitos das alterações climáticas. Um estudo publicado esta quarta-feira revela que os oceanos estão a aquecer muito mais rápido do que aquilo que se pensava.
A investigação, liderada pela oceanógrafa biogeoquímica Laure Resplandy, concluiu que as águas do mar estão a aquecer de forma muito mais veloz do que aquilo que tinha sido apontado pelas previsões do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas, a organização das Nações Unidas que se dedica exclusivamente a estudar os efeitos do aquecimento global. Este novo estudo revela então que, entre 1991 e 2016, os oceanos aqueceram mais 60% por ano do que aquilo que o Painel tinha estimado.
A investigação de Laure Resplandy utilizou uma nova abordagem para medir a temperatura dos oceanos: mediu os níveis de dióxido de carbono e oxigénio na atmosfera. Estes gases dissolvem-se na água do mar mas a quantidade que o oceano consegue absorver depende da sua temperatura. “À medida que o oceano foi aquecendo, tem vindo a expulsar oxigénio e dióxido de carbono”, explicou David Nicholson, um cientista da Woods Hole Oceanographic Institution, ao The New York Times. A lógica seguida é a mesma que acontece se, por exemplo, colocarmos um refrigerante ao sol – vai aquecer e perder todo o gás.
O novo método aliou-se à sorte. Um grupo de cientistas do Scripps Institution of Oceanography registou cuidadosamente os níveis de dióxido de carbono em vários pontos do planeta desde 1991 e a investigação de Resplandy utilizou esses valores para os comparar com os atuais. O estudo, agora publicado pela revista Nature, conclui que o oceano absorve 90% do excesso de calor presente na atmosfera devido à emissão de gases de estufa e indica que as expectativas mais otimistas, normalmente adotadas pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas, estarão longe da realidade.
Em outubro, este mesmo Painel divulgou um relatório que indicava que alguns dos piores efeitos das alterações climáticas, incluindo a inundação das zonas costeiras, a escassez de alimentos e a destruição massificada dos corais de recifes, podiam acontecer já em 2040 se as emissões de gases de estufa continuassem nos níveis atuais.O texto apontava ainda para a probabilidade de os cientistas estarem há vários anos a subestimar as reais consequências das alterações climáticas e de os efeitos reais estarem mais próximos daqueles que eram vistos como “os piores cenários possíveis”.
Ao The New York Times, Laure Resplandy defendeu que a sua investigação não apaga os avisos do Painel de que a Humanidade tem apenas algumas décadas para evitar os efeitos mais catastróficos das alterações climáticas. “Isto só faz com que seja mais difícil chegar lá”.
COMENTÁRIO


Não é da última década que se fala que o aquecimento global está a fazer-se sentir na nossa atmosfera. Para explicar este fenómeno, é preciso recorrer às últimas décadas do século XX, onde houve uma "explosão" dos CFC e esses passaram a ser utilizados em tudo e mais alguma coisa. Essa utilização intensiva originou o famoso "Buraco de Ozono" que não está a filtrar a radiação UV, deixando o Dióxido de Carbono absorver esta e criando o "Efeito de Estufa".

Atualmente, os danos ambientais fazem-se sentir gradualmente e isso também se deve à exploração dos recursos minerais e combustíveis fósseis. O CO2 dos oceânos está a ser libertado fazendo com que estes se aqueçam. Isto traz grandes efeitos negativos, tais como, derretimento dos glaciares (e, por consequência, a subida do nível do mar), precipitação dos sais, destruição de habitats, desiquilíbrio de ecossistemas que entre si desiquilibram a nossa cadeia alimentar. Tudo está envolvido!

Apesar de muitos dos países já terem assinado protocolos que visam a atenuação destes efeitos, os principais poluidores do mundo ainda não fazem parte destes. Para salvarmos o planeta, teremos todos de fazer a nossa parte: redução da utilização dos combustíveis fósseis, utilização de energias limpas e entre outros.

Cientistas conseguem fazer nascer crias de ratos de casais do mesmo sexo.

Casais de ratos do mesmo sexo conseguem procriar graças aos cientistas 






NOTÍCIA


Nova técnica que usa células estaminais modificadas apagando grupos químicos do ADN associado ao sexo, fazem nascer crias de ratos de casais do mesmo sexo. Investigação foi realizada pela Academia Chinesa.

Graças a uma nova técnica que mistura células estaminais modificadas apagando grupos químicos de ADN associado ao sexo, é possível reproduzir crias de rato a partir de casais do mesmo sexo.



Muitas espécies conseguem reproduzir-se sem ser necessário haver um casal de macho-fêmea, como anfíbios, reptéis e peixes. Mas o processo é mais difícil quando toca a mamíferos. ”Estamos interessados na questão de os mamíferos apenas puderem submeter-se à reprodução sexual”, afirmou Qi Zhou, o coautor do estudo à revista.


O estudo desenvolveu um processo complicado de modificação genética, já que os cientistas tiveram que eliminar anormalidades geradas no processo reprodutivo de casais do mesmo sexo. Normalmente, os mamíferos herdam dois conjuntos de genes, um do pai e outro da mãe. Contudo, existe um grupo químico do ADN associado ao sexo, chamado ”impressão genética”, que se herda de um só progenitor.


Neste caso, o subconjunto do outro progenitor está inativo, uma vez que ao transmiti-lo é apagado. Caso esse processo não seja concluído de forma adequada a cria pode sofrer anomalias. Misturar material genético de crias do mesmo sexo pode apresentar elevados riscos para os bebés que recebem a importação genética.


                                               Fig.1 - Rato recém-nascido.

Utilizando conjuntos de ADN de ratos fêmea, os cientistas conseguiram reproduzir 29 crias a partir de 210 embriões que conseguiram viver até à idade adulta e reproduzir-se na normalidade. No entanto, os ratos produzidos a partir de material genético masculino só sobreviveram durante 48 horas.



Este é uma investigação importante no ramo científico. Dusko Ilic, investigador da King’s College de Londres, considera que isto ”abre caminho sobre diferentes aspetos da reprodução entre mamíferos e abre novas portas para futuras investigações”, afirmou à agência SMC.



Por outro lado, Christophe Galichet, investigador do Instituto Francis Crick, sublinha que ”os autores deram um passo extremamente importante para que possamos entender o porquê de os mamíferos apenas se puderem reproduzir sexualmente”.

É a primeira vez que este método é aplicado com êxito depois de outras experiências prévias. E ainda que as aplicações desta investigação sejam em grande medida teóricas, poderão melhorar o processo de clonagem nos mamíferos e nos tratamentos de fertilidade para o mesmo sexo.



COMENTÁRIO

A fecundação acontece nos mamíferos quando há a junção de um óvulo com um espermatozóide, ou seja, é necessário existir um sistema reprodutor masculino e um sistema reprodutor feminino, pelo que não pode haver a junção de óvulo com óvulo ou vice-versa.
Porém, a fecundação não necessita necessariamente de relações sexuais pelo que há a reprodução assistida que ajuda casais a procriarem no caso de problemas na fecundação normal. Alguns problemas frequentes são:
- Produção e libertação de espermatozóides em número insuficiente;
-Deficiência na mobilidade dos gâmetas;
-Percentagem elevada de espermatozóides anormais;
-Anomalias na libertação de espermatozóides;
-Exposição a tóxicos, como tabaco, álcool, drogas;
- Anomalias Congénitas;
- Anomalias na secreção hormonal, desencadeando problemas na ovulação;
- Obstrução ou alteração das trompas;
- Problemas ao nível do endométrio;  
- Infeções das vias genitais;
- Muco cervical desfavorável aos espermatozóides.
Devido a estes problemas existem a inseminação intra-uterina ou inseminação artificial, a fertilização in vitro e a Injeção intracitoplasmática de um espermatozóide.
Os cientistas da Academia Chinesa basearam-se nestes processos para que, usando um técnica semelhante, eliminassem parte do ADN dos animais que fosse prejudicial para a cria e assim poder haver a fecundação entre dois animais do mesmo sexo. 
Contudo, esta descoberta e avanço científico pode ser favorável aos casais do mesmo sexo da espécie humana no futuro.



TAG: Genética, Biologia, Investigação

Colmeias inteligentes ajudam a frear o desaparecimento de abelhas no mundo



NOTÍCIA


Rede internacional de colmeias conectadas são monitoradas e analisadas com tecnologia Oracle Cloud.
A Oracle e o The World Bee Project acabam de anunciar uma iniciativa inédita para facilitar a compreensão do desaparecimento de abelhas e a proteção da espécie.  O novo programa usa tecnologia em nuvem para compreender os hábitos das abelhas: espécie polinizadora mais importante do mundo para ecossistemas agrícolas. Chamado de “The World Bee Project Hive Network”, o projeto coleta dados a partir de uma rede de colmeias conectadas. Em seguida, os dados serão enviados para o sistema da Oracle Cloud e avaliados com ferramentas de analytics como inteligência artificial (IA) e visualização de dados para dar aos pesquisadores novas informações sobre a relação entre as abelhas e o meio ambiente.
Por meio do projeto, os pesquisadores poderão “escutar” as abelhas – analisar dados acústicos complexos captados dentro das colmeias inteligentes, incluindo os movimentos de suas asas e patas. Com o auxílio de outras medições de alta precisão – incluindo temperatura, humidade e produção de mel – os pesquisadores poderão monitorar os enxames de perto, detectar padrões e prever comportamentos. Assim, conservacionistas e apicultores poderão proteger as colônias e evitar, por exemplo, a enxameação na época errada ou protegê-las contra predadores como assustadora a vespa asiática. Os dados irão informar os apicultores sobre as diferentes condições das colônias ao longo do ano para ajudar no manejo das colmeias.
“Nossas vidas estão fortemente ligadas às abelhas”, explica Sabiha Rumani Malik, fundadora e presidente executiva do The World Bee Project CIC. “A proteção das abelhas e de outros polinizadores pode ajudar na solução de problemas relacionados à pobreza e ao abastecimento global de alimentos, bem como na redução da perda de biodiversidade e dos danos aos ecossistemas. A parceria com a Oracle Cloud representa um casamento inédito entre natureza e tecnologia. O projeto irá conscientizar cada vez mais pessoas sobre a importância da preservação dos polinizadores, além de permitir pesquisas avançadas e ações em uma escala que até então parecia impossível. Quanto mais aprendermos sobre as relações entre polinização, alimentos e bem-estar humano, maior será o nosso empenho na proteção das abelhas e de outros polinizadores. Assim, ajudaremos na proteção do planeta e de nós mesmos.”
Os dados e informações obtidos com o uso da Oracle Cloud serão disponibilizados para projetos de pesquisa e conservação voltados à proteção das abelhas no mundo todo. A iniciativa The World Bee Project Hive Network compartilha recursos e promove parcerias com o objetivo de aumentar seu impacto e criar ações mais abrangentes para a preservação das abelhas.
Para John Abel, diretor de projetos da Oracle Cloud, “a tecnologia está mudando as regras das iniciativas de preservação” “Com o uso de tecnologia de nuvem, o World Bee Project terá pela primeira vez acesso a informações verdadeiramente globais e atualizadas sobre a saúde das abelhas.  Assim, os pesquisadores terão as informações necessárias para trabalhar junto a governos e apicultores para frear o declínio do número de abelhas no mundo todo.”
O The World Bee Project CIC é parceiro da Faculdade de Agricultura, Políticas e Desenvolvimento da Universidade de Reading, na Inglaterra, uma das mais importantes faculdades de agricultura do mundo. No futuro, os parceiros esperam poder usar TI de ponta e outros conhecimentos para apoiar a intensificação ecológica.

Consultado a 04/11/2018 às 14h07:
http://envolverde.cartacapital.com.br/colmeias-inteligentes-ajudam-a-frear-o-desaparecimento-de-abelhas-no-mundo/
COMENTÁRIO

É evidente que a tecnologia está cada vez mais presente nos nossos dias: desde a área do lazer até à comunicação, educação, investigação e muitas outras áreas. Este "casamento entre a natureza e a tecnologia" é a prova que cada vez que começamos uma nova investigação estamos a atingir dados mais específicos e próximos dos factos reais.

A evolução da tecnologia até à inteligência artificial vai permitir um estudo mais minucioso de forma a descobrir eventuais problemas com as abelhas. A IA neste caso ajudará a combater a introdução da Vespa Asiática, uma espécie exótica que foi introduzida em Portugal e é prejudicial para a polinização uma vez que é predadora direta da vespa europeia (abelha) e provocará um desiquilibrio no ecossistema. Visto que a aniquilização das abelhas não afetaria apenas a polinização, isto é, outras espécies seriam prejudicadas, leva-nos a concluir que criar-se-ia um distúrbio de tal forma que chegaria até nós, humanos, pois os ecossistemas entre si estão associados (há espécies que pertencem a mais de um ecossistema) e chegaria até à nossa cadeia trófica (algumas espécies de plantas deixariam de se produzir e alguns animais poderiam entrar em vias de extinção).

Este controlo permitirá, ao fim das contas, manter a estabilidade das abelhas, dos ecossistemas envolventes e dos benefícios que o Homem faz proveito graças às abelhas.

TAG: Natureza, Biologia

Bactérias e fungos podem tornar as plantas resistentes às alterações climáticas


NOTÍCIA

Uma investigadora portuguesa testou um método que usa bactérias e fungos para aumentar a resiliência das plantas às alterações climáticas e, assim, reduzir a utilização de agroquímicos. A descoberta é de Inês Rocha, investigadora do Centro de Ecologia Funcional da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).


Numa nota enviada às redações, a Universidade de Coimbra explica que o método estudado consiste “em inocular plantas com bactérias presentes na rizosfera (na zona da raiz) e fungos micorrízicos. Estes dois tipos de micro-organismos possuem diferentes mecanismos de ação direta na planta, através da absorção de nutrientes, do fornecimento de água, etc., ou indireta (por exemplo, protegendo a planta de pragas ou melhorando a estrutura do solo). O processo de inoculação traduz-se por incorporar micro-organismos que promovam o crescimento das plantas de uma forma mais resistente, permitindo a sua sobrevivência independentemente da degradação ambiental.”

De acordo com a investigadora, os resultados até agora alcançados “são promissores, demonstrando vantagens na aplicação do método desenvolvido. Nos ensaios de avaliação do stress hídrico, as bactérias tiveram um efeito positivo no rendimento da cultura e os fungos foram responsáveis pelo aumento da absorção de nutrientes.

Na próxima fase da investigação, a cientista irá avaliar o comportamento das plantas em cultivo ao ar livre, em campos agrícolas.

Consultado a 04/11/2018 às 14h22:
COMENTÁRIO


Este estudo aferiu uma nova forma de praticar a agricultura de uma forma mais sustentável do que a agricultura intensiva. Isto é importante, no âmbito que numa era em que as alterações climáticas são frequentes, seria necessário doses elevadas de agroquímicos para manter as plantas sem alterações e com os resultados de colheita relativamente elevados. Além disso, essa nova técnica garante a sobrevivência das plantas relativamente a stresses ambientais, tal como um stress hídrico, salinização dos solos ou até inundações.

Desta forma, o desuso dos químicos na agricultura inibe o desgastes do solo, o que manifesta a sua duração e, por conseguinte, manifesta um desenvolvimento sustentável (permitindo as gerações futuras utilizarem aqueles mesmos solos para a produção agricola). Também se verifica que a ingestão de alimentos que foram produzidos sem a utilização de químicos são mais saudáveis e previnem doenças, nomeadamente o cancro, que poderá resultar de uma mutação originada por um produto químico cancerígeno.

TAG: Biologia, Investigação

E se os pólens escondidos pudessem tratar alergias?

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                                                         Fig. 1 - Tratamento da asma 

Investigadores esperam que os fatores que causam alergias (alergénios) uma vez escondidos dentro de nanopartículas possam servir de tratamento para tornar as pessoas menos sensíveis a estes fatores.
Uma equipa norte-americana de cientistas propõe a utilização de nanopartículas para tratar a asma. A ideia é esconder os fatores que provocam a alergia dentro nanopartículas para reduzir a sensibilidade dos doentes. O trabalho de investigação foi publicado na revista científica Proceedings of National Academy of Sciences.
As doenças alérgicas caracterizam-se por uma resposta inflamatória a fatores (alergénios) que não deveriam desencadear essa reação, como pólens, poeiras ou alimentos. Normalmente, o tratamento das alergias consiste no tratamento dos sintomas, como comichão, espirros, tosse ou pingo no nariz. Também pode ser feito um tratamento prolongado de exposição ao alergénio, numa concentração controlada, para induzir a tolerância do sistema imunitária.
A proposta da equipa de Stephen Miller, investigador na Faculdade Feinberg de Medicina na Northwestern University (Chicago), propõe agora uma solução com menos efeitos secundários e que requer um período de tratamento mais pequeno para atingir os resultados desejáveis: usar nanopartículas como veículos de transporte de alergénios para induzir a tolerância do sistema imunitário.

                                                    FIG. 2 - SINTOMAS DA ALERGIA 
A técnica foi inicialmente testada em doenças autoimunes, como esclerose múltipla ou doenças celíaca, mas agora foi aplicada às alergias e asma. A experiência atual foi conduzida com ratos de laboratório, manipulados para expressarem o mesmo tipo de alergia à ovalbumina que apresentam os humanos. A equipa testou algumas formulações nanopartículas-alergénio, com resultados diferentes: uma com reação anafilática (reação alérgica aguda), outra com maior segurança, mas menos eficácia, e outra ainda com uma formulação biodegradável mais eficaz.
A utilização de nanopartículas combinadas com alergénios apresenta-se como uma possibilidade para o tratamento de alergias e asma, mas tem de se mostrar segura e eficaz. Numa fase posterior, as formulações com o melhor desempenho podem ser testadas em humanos.
COMENTÁRIO


As doenças alérgicas são respostas inflamatórias a fatores alergénios que não deveriam de desencadear essa reação. Porém, as respostas inflamatórias traduzem-se por uma acumulação de substâncias químicas inflamatórias que ativam o sistema imunitário, atraindo ao local os atores da resposta. Este fenómeno designa-se por quimiotaxia e corresponde a uma migração direcional das células em resposta aos gradientes de determinados factores químicos.
Cerca de 30 a 60 minutos após o início da reação inflamatória, os neutrófilos e, mais tarde, os monócitos começam a deformar-se e a atravessar as paredes dos capilares, passando entre as células dessas paredes para os tecidos infetados. Este fenómeno designa-se por diapedese. Os monócitos transformam-se então em macrófagos, células com grande capacidade fagocítica.
Durante estas respostas inflamatórias, os sintomas da alergia podem se tornar graves e até provocar a morte, embora raramente.  
Contudo, se este estudo resultar será possível curar ou minimizar os sintomas a milhares de pessoas com doenças alérgicas. 

Bibliografia 

Cientistas identificam proteína que coloca cromossomas de pai e mãe em pé de igualdade

NOTÍCIA



Cientistas portugueses identificaram, numa experiência com a mosca-da-fruta, uma proteína que promove a compatibilidade entre os cromossomas maternos e paternos após a fertilização, perspetivando uma nova abordagem no diagnóstico da infertilidade.
O estudo, hoje divulgado, foi realizado por uma equipa do Centro de Investigação em Biomedicina da Universidade do Algarve e do Instituto Gulbenkian de Ciência liderada por Rui Gonçalo Martinho e Paulo Navarro-Costa.


A proteína em causa, a dMLL3/4, "permite que o óvulo [célula reprodutora feminina] fertilizado seja capaz de assegurar não só a correta divisão dos cromossomas maternos como também a descompactação da informação genética paterna", refere um comunicado conjunto das duas instituições.Paulo Navarro-Costa, investigador da Universidade do Algarve e do Instituto Gulbenkian de Ciência, assinala, citado no comunicado, que os resultados obtidos "podem abrir caminho a novas abordagens no diagnóstico da infertilidade de causa feminina, assim como para o aperfeiçoamento dos meios de cultura embrionária atualmente utilizados em reprodução medicamente assistida".

O cientista explica que a proteína dMLL3/4 "tem a capacidade de instruir o óvulo a desempenhar diferentes funções (...) promovendo a expressão de um conjunto de genes que serão, mais tarde, essenciais para eliminar as diferenças entre os cromossomas herdados da mãe e do pai".Já se sabia que mãe e pai transmitem de forma distinta a sua informação genética aos filhos. "Enquanto os cromossomas maternos contidos no óvulo estão bloqueados em pleno processo de divisão, os cromossomas paternos transportados pelo espermatozoide [célula reprodutora masculina] não só já completaram a sua divisão como também foram compactados para caberem no pequeno volume desta célula", esclarece o comunicado.

Contudo, a forma como o óvulo fertilizado pelo espermatozoide "é capaz de promover a igualdade entre os cromossomas [sequências de material genético] oriundos dos dois progenitores", e que é "essencial para o desenvolvimento do novo ser vivo", intrigava os cientistas.Os resultados da investigação, que usou a mosca-da-fruta como modelo, foram publicados na revista científica EMBO Reports.

COMENTÁRIO


Um progresso na genética é sempre um progresso no mundo. Melhorar as técnicas utilizadas na engenharia genética são cruciais para a manipulação genética. O avanço desta técnica, apesar de haver muitos opositores devido à ética, ajudará a contribuir para erradicação de determinadas doenças e para assegurar a sobrevivência de seres vivos face a alguns desequilíbrios, tal como, espécies em vias de extinção.

É importante conseguir manipular a Natureza para defender e manter a biodiversidade, um exemplo: se uma determinada espécie não consegue se reproduzir no meio em que está enquadrada e, simultaneamente, está em vias de extinção, a espécie não conseguirá sobreviver,deste modo, a criação de santuários, onde manipulem geneticamente as células sexuais de modo a fecundar in vitrio e, atendendo às caraterísticas descobertas, conseguiremos desenvolver espécies saudáveis e suficientemente capazes a sobreviver no meio em que estão enquadradas.

Por isso, é importante não descartar estes conhecimentos. Além do mais, este estudo poderá ajudar pais inférteis a conseguir gerar descendência.

Tag: Genética

Homens das estepes e novos mistérios. A Península Ibérica à luz da genética

NOTÍCIA




A maior amostra genética de sempre da Península Ibérica, que abrange os últimos oito milénios, revela movimentos populacionais e dá uma nova perspetiva à história desta zona da Europa, abrindo portas
 a outras visões.
Foi numa questão de 500 anos, mas nesse período relativamente curto, há cerca de quatro mil anos, entre 2500 e 2000 a.C., as linhagens masculinas que existiam na Península Ibérica sofreram uma mudança radical e foram totalmente substituídas pela linhagem dos povos das estepes da Europa Central, região onde hoje é a Ucrânia. Este é um dos resultados mais marcantes de um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science, que usou a maior amostra genética de sempre das populações da Península Ibérica e que, atravessando milénios, desde há oito mil anos até 1600 d.C (há apenas 400 anos), traça a sua história genética, identificando os movimentos populacionais que foram chegando até cá e que influenciaram a história da península.
O grupo que realizou o estudo conta com vários investigadores portugueses das universidades do Minho, Coimbra e Lisboa.
Um estudo anterior, do investigador português Rui Martiniano (que não participa neste trabalho), do Instituto Sanger, no Reino Unido, já tinha revelado esta mesma particularidade em relação a Portugal, da substituição completa, há cerca de quatro mil anos, das linhagens masculinas aqui existentes pela dos homens das estepes, como o próprio investigador explicou ao DN. Na altura fez o seu estudo a partir de 14 amostras. O estudo agora publicado utiliza muitas mais (403), de diferentes zonas de Portugal e Espanha, e confirma que o mesmo aconteceu na generalidade da Península Ibérica.
Ao todo, a equipa, que conta com dezenas de investigadores de vários países, incluindo de Portugal, e que é coordenada por David Reich, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos - um dos líderes mundiais dos estudos de genética populacional e do passado -, analisou os genomas de 403 indivíduos que viveram na Península Ibérica ao longo dos últimos oito mil anos. E depois fez comparações com dados genéticos de outras 975 amostras do passado, mas exteriores à Península Ibérica, e 2900 da população atual.
Entre as amostras do passado há algumas dezenas de Portugal, das regiões da Estremadura, do Alentejo e do Algarve.

Olhar de novo para o passado

A mudança genética ocorrida na Península Ibérica há quatro milénios é total no que diz respeito aos homens e chega aos 40% quando considerada a totalidade da população. "É um dos caso mais evidentes em ADN antigo de uma diferença tão grande entre os dois sexos no período pré-histórico", diz Iñigo Olalde, o principal autor do estudo, que integra a equipa de David Reich em Harvard, nos Estados Unidos.
Como explicar estes dados? Não há uma resposta taxativa para a questão e a única certeza, como sublinham os próprios investigadores no seu artigo, é a de que a genética, só por si, não pode contar a história toda, pelo que os arqueólogos e antropólogos terão de reinterpretar os seus achados à luz da nova informação e voltar ao terreno, em busca de novos dados.
Na prática, podem ter sucedido muitas coisas, como já sublinhava Rui Martiniano a propósito dos seus próprios dados. "A substituição completa das linhagens anteriores no cromossoma Y indica que esses homens do Leste tiveram mais sucesso reprodutivo do que os homens do Neolítico que já cá estavam", disse o investigador, sublinhando que "é difícil" ir além desta interpretação.
A superioridade tecnológica dos povos das estepes pode ter-lhes dado vantagem, que por sua vez se traduziu no seu sucesso reprodutivo. Ou as mulheres preferiram os recém-chegados, num contexto social mais estratificado - não se sabe. Uma coisa é certa, "nada nos registos arqueológicos disponíveis indicia qualquer episódio de violência naquele período na península", como sublinha Carles Lalueza-Fox, da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona, e um dos coordenadores do trabalho. "A arqueologia e a antropologia têm de tentar perceber o que conduziu a estes padrões genéticos", diz Lalueza-Fox. O arqueólogo português António Valera, da ERA - Arqueologia Oeiras, e um dos coautores do estudo, concorda e já está, precisamente, a fazer isso na zona de Perdigões, no Alentejo, de onde são aliás algumas das amostras que foram usadas neste trabalho para a Península Ibérica. A arqueologia mostra que há cerca de quatro mil anos, naquele mesmo período em que se concretizou a mudança genética agora posta em evidência, "houve alterações importantes na península, mais no sudoeste, que abrange a região do Algarve, do que no sudeste, com um colapso das sociedades do Neolítico, que tinham florescido até aí, durante o anterior milénio e meio", conta António Valera. E sublinha: "Vários trabalhos estão já a mostrar que existe uma relação entre esse colapso e uma grande alteração do clima que ocorreu na altura, com aquecimento da temperatura, na península".
Essa mudança climática pode ter contribuído para um desequilíbrio no interior dessas sociedades de então, levando ao seu colapso, na mesma altura em que os povos oriundos das estepes já tinham também chegado. "Estes dados genéticos obrigam-nos a olhar de novo para os dados arqueológicos", conclui António Valera.

Consultado 15/03 às 19h00:
https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/homens-das-estepes-e-novos-misterios-a-peninsula-iberica-a-luz-da-genetica-10680408.html
COMENTÁRIO

Encontrar vestígios da evolução da espécie humana ajuda a perceber o que ocorreu no passado com melhor precisão. Este conhecimento, provavelmente, ajudar-nos-á a perceber o porquê destes fenómenos ocorrerem assim e a prever o que poderá acontecer daqui a alguns anos. 
Isto diz algo em concreto a nós, Homens, uma vez que se trata dos nossos antepassados e das primeiras espécies a utilizar a razão em vez do instinto, tentar perceber a que se deveu esta evolução que foi um marco histórico no mundo da biologia. 
Todavia, esta investigação não se trata apenas de perceber os fenómenos históricos e biológicos que ali ocorreram, mas também os fenómenos geológicos daquela zona, uma vez que os vestígios foram bem conservados. Ou seja, há toda uma investigação em volta disto que nos ajudará a perceber o que aconteceu no passado em várias áreas distintas.

Cientistas pedem moratória de cinco anos para edição genética de embriões

NOTÍCIA


A edição do genoma levanta questões técnicas, científicas, médicas, sociais, éticas e morais que, segundo os especialistas, devem ser discutidas a nível internacional. Há falta de segurança e de eficácia, e o futuro da espécie pode estar em risco.
He Jiankui, cientista da Southern University of Science and Technology (SUSTech), na China, anunciou em novembro ter feito a primeira edição genética de seres humanos com sucesso. Recorrendo a uma ferramenta genética chamada CRISPR-Cas9, manipulou os genes de duas bebés gémeas durante um tratamento de infertilidade, para que tivessem uma resistência inata à infeção pelo vírus HIV. Anunciado como um grande avanço, levantou críticas e polémica entre a comunidade científica e a população em geral. Agora, um grupo de cientistas pede que seja criada uma moratória global de cinco anos em todos os usos clínicos desta técnica, ou seja, na mudança de ADN em espermatozoides, óvulos ou embriões para criar crianças geneticamente manipuladas.
No artigo publicado na revista Nature, 18 especialistas de sete países explicam que um "moratória global" não implica uma "proibição permanente". Sugerem, no entanto, que haja uma regra internacional, mas que os países possam tomar as suas decisões, desde que se comprometam a não usar este tipo de ferramentas em ensaios clínicos, se não seguirem as regras estabelecidas.
Em causa, explicam, não está a manipulação genética para fins de investigação, desde que não envolva a transferência de embriões para um útero. E também não se aplica à alteração de genoma em células não reprodutivas para tratar doenças.
Apesar de as técnicas terem melhorado nos últimos anos, os especialistas alertam que a edição do ADN "não é segura ou eficaz o suficiente" para justificar a sua utilização clínica. Há, segundo os mesmos, um risco elevado de serem feitas manipulações não intencionais.
Entre uma vasta gama de possibilidades dentro da manipulação genética, consideram que é importante distinguir "correção genética" de "melhoria genética". Enquanto a primeira permite editar uma mutação responsável por uma doença rara, a segunda implica uma melhoria de indivíduos e espécies. Neste campo, as possibilidades vão desde a melhoria de músculos ou memória à atribuição de novas funções biológicas. E tudo isto levanta muitas questões do ponto de vista ético e social.
"As possíveis consequências não intencionais da edição de genes através do uso de enzimas artificiais como CRISPR são investigadas à medida que a tecnologia penetra em ensaios clínicos com células somáticas humanas para o tratamento de algumas doenças graves", afirmou ao El Mundo Luigi Naldini, um dos cientistas que assina o artigo.
Segundo o diretor do Instituto San Raffaelle Telethon para la Terapia Genética, em Itália, têm sido identificados alguns efeitos adversos, como cortes indesejados de ADN e reordenamento dos cromossomas. Essa é, segundo o mesmo, uma das razões pelas quais o uso desta técnica em embriões "deve ser considerado inseguro neste momento".
Voltando a moratória, os especialistas sugerem que, para começar, haja um período em que não possa ser feita qualquer edição genética, para que sejam discutidas "questões técnicas, científicas, médicas, sociais, éticas e morais", e, assim, se estabelecer um enquadramento internacional. Posteriormente, os países podem escolher qual o caminho que querem seguir.
De acordo com os cientistas, cerca de 30 países já têm legislação que impede, direta ou indiretamente, todos os usos clínicos da manipulação genética, sendo que, nesse caso, poderiam optar por mantê-la. No geral, os países poderiam permitir edição genética em situações específicas, desde que respeitassem determinadas regras, como a divulgação pública da intenção, consultas internacionais, avaliação transparente das motivações, e consenso no país.
É deixada abertura para que os países possam decidir, desde que respeitem "a opinião da humanidade sobre uma questão que acabaria por afetar toda a espécie".
Por cá, o Conselho de Ética para as Ciências da Vida condenou o anúncio da modificação genética com embriões humanos feita pelo investigador chinês, classificando-a como eticamente inaceitável, moralmente irresponsável e que implica riscos imprevisíveis.
COMENTÁRIO

Neste artigo podemos constatar uma das maiores adversidades da engenharia genética: a oposição entre os investigadores e os defensores da ética e da moral. Do meu ponto de vista, acho que a técnica deve ser feita, uma vez que é muito mais viável ter crianças saudáveis e imunes a vírus, tal como o HIV, do que crianças doentes ou, até mesmo, o impedimento de mães/pais inférteis de poderem procriar.
Estamos a falar de células, não são ainda humanos e, por isso, qualquer adversidade que ocorra inesperadamente, poderá ser solucionada através da sua erradicação. Por sua vez, o estudo de um erro ajudará a aperfeiçoar a técnica e fazê-la executar com maior probabilidade de sucesso.
Deste modo, esta moratória poderá trazer avanços incríveis na ciência e, se tudo correr pelo lado positivo, conseguiremos ter crianças imunes à Síndrome da Imunodeficiência adquirida.
Tag: Genética

Uma nova espécie de dinossauro foi descoberta no sul da Austrália


NOTÍCIA



Era pequeno - aproximadamente do tamanho de um canguru - e era herbívoro. Seria um bom corredor, porque teria "poderosas pernas traseiras" e pertence à família dos Ornitópodes. Galleonosaurus dorisae é o nome da recém descoberta espécie de dinossauro em Gippsland, uma região no sul da Austrália, apresentada num estudo publicado pelo Jornal of Paleontology, esta segunda-feira.
Foi através de cinco maxilares fossilizados encontrados entre rochas do período Cretáceo, com 125 milhões de anos, que os cientistas identificaram a nova espécie com o auxilio de técnicas de digitalização e de impressão de microtomografia 3D. Segundo o principal autor do estudo, Matthew Herne da Universidade de Nova Inglaterra, esta é a primeira vez que foi possível detetar a que período pertence um dinossauro australiano a partir do seu maxilar.
O nome Galleonosaurus dorisae vem da forma do maxilar superior, que fará lembrar o casco de um veleiro que tem o nome de Galeão.



Este é o quinto ornitópode descoberto no vale do Rift (uma floresta com cerca de 4000 km que no período Jurássico se estendia da Austrália à Antártida) e o segundo na região de Gippsland. O primeiro foi o Qantassaurus interpidus, em 1999. "Parece-nos que estes dois dinossauros de tamanhos semelhantes eram ambos herbívoros, ainda que se alimentassem de diferentes géneros de plantas, o que fazia com que fosse possível coexistirem", indicou o professor Matthew Herne, citado pela ABC.
A investigação concluiu ainda que existe uma ligação próxima entre os ornitópodes do sul da Austrália e os da Patagónia. "Cada vez mais consolidamos a ideia de intercâmbio entre dinossauros terrestres num supercontinente chamdo Gonduana que unia a Austrália, a América do Sul e a Antártica, durante o período Cretáceo", disse o responsável pelo estudo à CNN.

Consultado a 16/03 Às 18h00:
https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/uma-nova-especie-de-dinossauro-foi-descoberta-no-sul-da-australia--10667272.html


COMENTÁRIO


A  descoberta de mais um dinossauro contribui para a encenação da era mesozóica, mais em concreto, ao último período: Cretáceo. Os dinossauros eram os animais dominantes no Planeta Terra à 65M.a e foram extintos iniciando uma nova era. De facto, a ciência deixa-nos imensos mistérios para os quais nós tentamos procurar respostas, ela diferencia-se por um pequeno aspeto: esta possui o método que nos permite concluir se as nossas explicações/hipóteses estão ou não próximas da realidade.
Encontrar uns ossos, vulgo rochosos, limpa-los e estuda-los para depois expor num museu. Ao início parece algo banal, mas não, faz parte da Paleontologia - ciência que estuda os fósseis - e eu diria que, hoje, é umas das ciências mais importantes que existe, tão importante que se ela fosse erradicada, a humanidade não conseguiria sobreviver, ora vejamos: todas as nossas atividades de hoje em dia giram, de alguma forma, em torno do consumo de combustíveis fósseis - petróleo, carvão mineral e gás natural. Sem um paleontólogo não conseguiríamos fazer a prospecção dos resíduos fósseis.
Apesar de os fósseis, não contribuirem para a produção de energia, eles ajudam a definir conhecimento, isto é, a corroborar ou criticar determinadas teorias científicas, tal como a teoria proposta por Darwin: A Seleção Natutal. A descoberta de fósseis ajudaram-nos a concluir que o Archaeopteryx na verdade era um dinossauro emplumado e que as aves eram, na verdade, um grupo muito diferente de dinossauros.
Concluindo, o estudo dos fósseis ajuda-nos a pensar em como as coisas ocorreram no passado e a aproximar as nossas teses do conhecimento verdadeiro.

Tag: Biologia

Feito com por Álvaro Teles e Mónica Silva

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